quinta-feira, 1 de outubro de 2026

O que a comida conta sobre um lugar

 Quando pensamos em alimentação, lembramos dos sabores, mas também das pessoas, dos lugares e das histórias que fazem parte de cada refeição. Uma receita pode trazer à memória a casa de alguém querido; um ingrediente pode lembrar a feira do bairro; um modo de preparar pode guardar um conhecimento aprendido e compartilhado ao longo do tempo.

Essas relações mostram que a comida não está separada da cultura e da vida nos territórios. Os hábitos alimentares se constroem no cotidiano: nas escolhas possíveis, nas preferências de cada pessoa e nos saberes que circulam entre famílias e comunidades. Por isso, falar de alimentação também é abrir espaço para ouvir quem vive essas experiências.

As postagens do Comida no Prato deste mês convidam a esse olhar. Elas abordam memória alimentar, saberes da cozinha, escuta e território, lembrando que as pessoas têm histórias e opiniões próprias sobre o que chega à mesa. Reconhecer essas vozes ajuda a construir uma conversa sobre alimentação mais respeitosa e próxima da realidade de cada comunidade.

Executado pela Vida Brasil no âmbito do Programa Bahia Sem Fome, o Comida no Prato fortalece cozinhas comunitárias e solidárias em Salvador. A iniciativa reafirma a importância do direito à alimentação e da dignidade de cada pessoa. Valorizar os saberes de quem cozinha e as histórias de quem se alimenta também faz parte desse compromisso.

Que sabor, receita ou lembrança representa o lugar onde você vive?

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Posicionamento da Vida Brasil sobre o Momento Eleitoral e os Desafios da Democracia no Brasil e na Bahia




 A Vida Brasil, organização de direitos humanos sediada em Salvador e comprometida com a democracia, a soberania nacional e dos povos e a participação popular, vem a público expressar seu posicionamento em um momento eleitoral marcado por graves ameaças globais e nacionais à preservação da institucionalidade democrática no país.



Contexto eleitoral e democracia


As eleições de 2026 ocorrem em um cenário de intensa polarização política e de avanço de

movimentos de extrema-direita no Brasil, na América Latina e em outros continentes. A disputa

eleitoral brasileira possui, assim, uma dimensão que ultrapassa as fronteiras nacionais e incide sobre a dinâmica da América Latina e do Sul Global.


A defesa da democracia não pertence a um partido, governo ou corrente política específica, mas a toda a sociedade. Envolve a preservação do Estado Democrático de Direito, das  instituições democraticamente constituídas, de eleições livres, da liberdade de organização e manifestação, da liberdade de imprensa, do direito à divergência e da participação popular nas decisões públicas. Não há democracia sem a participação da sociedade civil organizada.


Devem ser reconhecidos os avanços trazidos pela Lei do MROSC – Marco Regulatório das OSCs para ampliação da participação, a exemplo da atuação do conselho CONFOCO – Conselho de Fomento e Colaboração, no âmbito nacional e estadual, assim como de diversos outros espaços e políticas, como de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) ou os planos safra da agricultura familiar. No entretanto, permanecem, de forma geral, desafios relacionados ao financiamento das políticas sociais, à participação da sociedade civil e à construção de políticas para os territórios urbanos e rurais. Vale ressaltar que a falta de reforma política estrutural e o caráter personalista do sistema eleitoral tendem a enfraquecer pautas sociais e colocam desafios para as organizações da sociedade civil.


Para a Vida Brasil, as eleições constituem uma etapa importante da construção de uma sociedade democrática, mas não encerram a luta por direitos, justiça social e participação popular.


Desafios estruturais persistem. Dentre eles, o orçamento da União, controlado aproximadamente em 40% pelo Congresso, através do sistema de emendas parlamentares, reduz substancialmente a margem de manobra para a implementação de políticas sociais, além de canalizar a maior parte dos recursos para o setor empresarial e facilitar relações de clientelismo e subserviência com as OSCs.


Esse sistema também freia a renovação do quadro de parlamentares. Para as OSCs, o acesso a fundos públicos, de forma geral, continua restrito à implementação de políticas governamentais e incipiente para atividades de controle social.


De forma geral, Vida Brasil defende:


• aperfeiçoamento do ambiente jurídico, político e institucional das OSCs, preconizado pela lei

federal 13.019 (MROSC) garantindo a sustentabilidade financeira, a segurança jurídica e o

reconhecimento delas como parceiras fundamentais na construção da democracia e das

políticas públicas.


• Fortalecimento de conferências, conselhos e fóruns, garantindo que a participação social

tenha efeitos concretos na formulação, implementação e avaliação das políticas públicas.


Segurança e soberania nutricional e alimentar


A Bahia apresentou avanços no combate à fome e na redução da insegurança alimentar (que atingiu 30 milhões de pessoas entre 2023 e 2025), apoiados por políticas públicas e pela participação de OSCs. A Bahia, em especial, foi o estado que mais criou conselhos de SAN nos municípios.


Globalmente, o Brasil assim saiu do mapa da fome, mas a fome ainda não saiu do mapa do Brasil, o que exige que os programas implementados sejam fortalecidos e acompanhados de novas políticas complementares de promoção da segurança e soberania alimentar e nutricional.


A Vida Brasil assim defende:


• Ampliação e garantia de recursos para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)

e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), com maior participação da agricultura

familiar e prioridade para agroecologia, mulheres e juventudes rurais;


• Fortalecimento da transparência e ampliação de editais acessíveis às organizações da

sociedade civil, incluindo para atividades de controle social;


• Inclusão da agricultura urbana nas políticas de agricultura familiar e segurança alimentar e

nutricional;


• Expansão do Plano Safra da Agricultura Familiar, com crédito diferenciado para a produção

de alimentos da cesta básica, agroecologia e produção orgânica;


Direitos das pessoas com deficiência


A história das políticas públicas para pessoas com deficiência na Bahia também é resultado da

mobilização de pessoas com deficiência e de suas organizações, que há décadas ocupam conselhos, conferências, parlamentos e outros espaços de formulação de políticas, afirmando a autonomia e os direitos dessa população. A Vida Brasil e a Rede COCAS-Comissão Civil de Acessibilidade foram pioneiras nesse sentido na Bahia.


Entre 2020 e 2026, houve avanços na institucionalização de políticas, na acessibilidade, na

participação social e eleitoral e na implementação do Passe Livre Intermunicipal Digital. Persistem, contudo, dificuldades para transformar direitos reconhecidos em lei em direitos efetivamente exercidos. Nesse sentido, é imprescindível estimular a participação da sociedade civil em espaços de mobilidade, acessibilidade e desenvolvimento urbano em políticas de mobilidade urbana, a exemplo do debate sobre a Ponte Salvador–Ilha de Itaparica: o papel da sociedade civil é questionar impactos, acessibilidade, mobilidade, habitação, saneamento, regularização fundiária, meio ambiente e desenvolvimento regional.


A acessibilidade na educação continua sendo uma demanda importante, sem a devida escuta

governamental. Organizações e movimentos de pessoas com deficiência ainda enfrentam

dificuldades para participar de forma efetiva dos processos de decisão. É necessário superar a

participação meramente simbólica: não basta ouvir as pessoas com deficiência após uma decisão, é preciso assegurar sua participação na construção das políticas; não basta criar conselhos, é necessário garantir seu funcionamento; e não basta aprovar leis, é preciso assegurar sua implementação.


A Vida Brasil defende:


• Fortalecimento da participação das pessoas com deficiência nos espaços de tomada de

decisão, com autonomia e independência das organizações, iniciando com a avaliação do

COEDE;


• Efetivação do Passe Livre Intermunicipal Digital, eliminando barreiras na emissão de

passagens e no atendimento pelas empresas;


• Fortalecimento da educação especial e inclusiva, com condições materiais, institucionais e

pedagógicas adequadas;


• Ampliação da participação política e partidária das pessoas com deficiência, inclusive por

meio de mecanismos que assegurem condições mais equitativas para candidaturas;

• Garantia de acessibilidade física, comunicacional, tecnológica e atitudinal nos espaços

públicos e privados de uso coletivo;


• Integração da pauta da deficiência às políticas de habitação, saneamento, regularização

fundiária, mobilidade e desenvolvimento urbano.


Compromissos para o futuro


Diante dos desafios da democracia no Brasil e na Bahia, a Vida Brasil compreende que os desafios ultrapassam a disputa eleitoral e necessitam de uma atuação em diferentes horizontes: no plano imediato, acompanhando o processo eleitoral; no médio prazo, contribuindo para a consolidação e o aprimoramento das políticas públicas; e, no longo prazo, participando da construção de transformações estruturais na sociedade.


O nosso compromisso com o futuro digno e justo nos leva também a nos posicionarmos e a conclamar fortemente a sociedade a lutar contra a possibilidade de eleição, para os diferentes níveis de governo, de candidaturas e partidos com ideologias de extrema direita, ou mesmo aliados a estes.


No Brasil, as conquistas obtidas por meio das lutas de direitos humanos e o respeito aos direitos das diversidades, obtidos pelo trabalho da sociedade civil organizada, podem sofrer retrocessos duríssimos com a ascensão desses retrógrados setores ao poder.


Políticos e partidos alinhados a grupos fascistas, a milícias e a todos aqueles que fazem apologia à necropolítica, que afeta principalmente a população negra e pobre, não devem assumir o poder das instituições em um país que preza pela democracia e zela pelo futuro de seu povo. O exemplo assombroso de um líder de partido de direita no ato de campanha que ocorreu em Salvador no dia 27 de setembro de 2026, em frente à Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA) no bairro do Canela, pedindo a chacina e banho de sangue em duas das comunidades mais pobres e mais segregadas da capital baiana, a menos de 8 dias das eleições, deixa claro ao que estaremos submetidos e permitindo enquanto sociedade. Não podemos entregar o país e o futuro da nossa gente nas mãos dos que querem governar com violência, discriminação e desmonte das instituições e estruturas da democracia brasileira.


A Vida Brasil reafirma seu compromisso com a democracia, com o aprimoramento de políticas

inclusivas da diversidade, a exemplo de políticas com ênfase nas questões de gênero, raça e

deficiência, bem como com a participação contínua e o fortalecimento da sociedade civil na

construção das políticas públicas. Esse processo deve permanecer democrático, plural, crítico,

propositivo, autônomo e independente.


Salvador-Bahia, 29 de setembro de 2026.

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Vida Brasil leva projeto Comida no Prato à África

 A Vida Brasil marca presença no Fórum Social Mundial, evento focado em reunir lideranças da esquerda política de diversos setores para discutir alternativas para um outro mundo possível.

Essa edição do Fórum ocorre no Benin, na cidade de Cotonou e possui mesas e oficina temáticas voltadas para práticas de economia solidária e intercâmbio de saberes nutricionais em escala mundial.

Mais do que apresentar, foi um momento de troca: experiências de economia solidária e  segurança alimentar do Brasil dialogando com as vividas por outros países e organizações presentes, fortalecendo pontes entre continentes na construção de alternativas mais justas e sustentáveis.

O projeto Comida no Prato segue em atividade. As cinco cozinhas comunitárias, sendo uma delas gerenciada pela Vida Brasil, estão espalhadas por Salvador e continuam focadas em alimentar quem mais precisa e realizando o processo de busca ativa para trazer serviços públicos para pessoas em situação de marginalização e em comunidades onde se concentram famílias negras, principalmente as chefiadas por mulheres.

A Vida Brasil busca expandir seus saberes, para realizar ações mais significativas no contexto soteropolitano, visando cumprir o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar, que garante alimentação saudável nas escolas públicas) e o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos, que compra a produção da agricultura familiar para abastecer redes de segurança alimentar).

domingo, 31 de maio de 2026

Comida no Prato: fortalecer quem já alimenta os territórios

 Há mais de três décadas, a Associação Vida Brasil atua na promoção dos direitos humanos, da cidadania e do desenvolvimento comunitário em Salvador. Ao longo dessa trajetória, a organização construiu sua atuação ao lado de comunidades periféricas, fortalecendo iniciativas de economia solidária, segurança alimentar, desenvolvimento territorial e participação social. Essa experiência é a base que sustenta o projeto Comida no Prato, uma iniciativa que compreende que o combate à fome começa pelo reconhecimento das redes comunitárias que já existem e resistem diariamente.  

Mais do que distribuir alimentos, o Comida no Prato fortalece cozinhas solidárias, cooperativas, associações comunitárias e terreiros de matriz africana que, há muito tempo, acolhem famílias e compartilham cuidado em seus territórios. A metodologia do projeto parte da escuta, da participação social e da construção coletiva, entendendo que ninguém conhece melhor uma comunidade do que quem vive sua realidade todos os dias. Essa atuação é realizada em parceria com organizações locais, respeitando seus saberes e ampliando sua capacidade de promover segurança alimentar e geração de renda.  

 Essa visão sintetiza o propósito do projeto: fortalecer quem já faz a diferença nos territórios e construir soluções duradouras para o enfrentamento da fome, tendo as comunidades como protagonistas do próprio desenvolvimento.


quinta-feira, 28 de maio de 2026

O trabalho que também alimenta

 Uma refeição pode parecer simples quando chega ao prato, mas existe um percurso antes dela. É preciso pensar no que será preparado, organizar os ingredientes, calcular quantidades, cuidar do tempo de cozimento e, depois, deixar a cozinha em ordem. Em cada etapa há trabalho, atenção e conhecimento.

Esse trabalho muitas vezes passa despercebido. Planejar uma refeição exige decisões; aproveitar bem os ingredientes pede organização; cozinhar envolve experiência e cuidado. Reconhecer esse percurso é valorizar as pessoas que tornam possível alimentar a si mesmas e outras pessoas todos os dias.

As postagens do Comida no Prato deste mês chamam atenção para diferentes momentos desse processo: o planejamento antes de acender o fogão, o tempo dedicado ao preparo, o aproveitamento dos alimentos e a importância de poder contar com refeições no cotidiano. Também lembram que a alimentação deve levar em conta as preferências e as experiências de quem está à mesa.

O Comida no Prato é executado pela Vida Brasil no âmbito do Programa Bahia Sem Fome e fortalece cozinhas comunitárias e solidárias em Salvador. Nesse trabalho, cada refeição se relaciona com um direito: ter acesso a uma alimentação adequada, com respeito e dignidade. Pensar em como a comida é planejada e preparada também é reconhecer a rede de pessoas e cuidados que sustenta esse direito.

Quanto tempo e quantas mãos você imagina que participam de uma refeição antes de ela chegar à mesa?

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

 

imagem da logomarca do FSM 2024, Nepal,
veja descrição no rodapé desta matéria


A Vida Brasil na construção de um outro mundo

FSM 2024 em Kathmandu (Nepal) de 15 a 19/02/2024


Depois do FSM 2018 em Salvador e do FSM 2022 no México, o próximo evento do Fórum Social Mundial vai ocorrer no Nepal, na capital Kathmandu, de 15 a 19/02/2024. O evento acontece em um contexto mundial caracterizado por uma crise de múltiplas dimensões, causada pelas mudanças climáticas, ameaças às democracias, fortalecimento dos autoritarismos, desconstrução de direitos, aumento das desigualdades e guerras imperialistas (como na Faixa de Gaza contra o povo palestino). Todas essas questões serão debatidas no próximo FSM, por movimentos e organizações de todo planeta empenhados em fortalecer as resistências e construir outras alternativas para os territórios e para o mundo.

Em toda história do FSM, desde sua criação em 2001 em Porto Alegre, a Vida Brasil esteve mobilizada e articulada na construção e na realização dos eventos e na renovação das lutas e das utopias. Participar do FSM também significa reinventar as formas de fazer política! A Vida Brasil esteve na coordenação do 1º Fórum Social Baiano em 2004, do 2º Fórum Social Nordestino em 2007, ou ainda das delegações brasileiras que foram participar na Tunísia dos FSM 2013 e 2015. Também esteve na coordenação colegiada do FSM 2018, que ocorreu em Salvador em março 2018 e reuniu 80.000 pessoas de 122 países em torno mais de 2000 atividades, sendo considerado um marco de participação popular, negra, indígena, feminista, jovem, indígena, do campo e da cidade. O FSM 2018 deixou um importante legado incluindo orientações para o futuro do mundo como do próprio FSM.

Para construção do FSM 2024, a Vida Brasil esteve atuando dentro do Coletivo Baiano e do Coletivo Brasileiro do FSM, assim como membro do conselho internacional do FSM onde representa o Coletivo Baiano. O Coletivo Baiano se reuniu ao longo do 2º semestre 2023 diversas vezes, na Vida Brasil e no Sindae, dois espaços de referência na Bahia para os movimentos do FSM. Os Coletivos baiano e brasileiro não conseguiram apoios necessários para viabilizar a participação presencial de uma delegação no Nepal. Mas poderão participar do evento de forma virtual. Preveem ainda a realização de um evento nacional pós-FSM 2024, em Salvador, desta vez presencial, para fazer o balanço do evento e apontar caminhos para o futuro do FSM e do mundo.

Para maiores informações sobre o FSM, consulte: https://join.wsforum.net/?q=pt-pt


Foto do coletivo baiano. Aproximadamente 25 pessoas em um auditório, todas juntas pousando de frente para a fotografia

Descrição da logomarca  do FSM 2024: Ilustração de uma manifestação com uma diversidade colorida de pessoas carregando cartazes. Em meio a multidão, destaca-se uma pessoa em tamanho bem maior, de costas, envolta por um tecido nos ombros com o braço direito erguido segurando o globo terrestre que carrega na cabeça. Do lado direito (letras azuis) está escrito Fórum Social Mundial, Nepal (letras verdes) 2024 (números em azul escuro). A esquerda da ilustração está escrito “Another Word is possible”(letras verdes).

segunda-feira, 17 de maio de 2021




VI Plenária Estadual do Fórum de Economia Solidária

Economia solidaria em contexto de pandemia-desafios e oportunidades.

14h, 18/05 terça-feira

Pessoas convidadas

Agnaldo Rocha Santos, Articulação do Semi Árido Brasileiro - Ba.

Debora Rodrigues, Vida Brasil/membro da diretoria executiva da Abong.

Joilson Santana, Centro de Arte e Meio Ambiente- Cama.

Maria Nilza Conceição cooperativa Rede Produtora da Bahia.

Solange Paixão, coordenadora da Cesol Bacia do Jacuípe.


Acompanhe nos canais pelos links abaixo

bit.ly/ForumBaianoEcoSol,

bit.ly/FacebookForumBa,

facebook.com/mocfsa,

facebook.com/cama.ong,

facebook.com/ong.vidabrasil


# PraCegoVer 

O Card está dividido por linhas curvas formando ondas em 3 partes: a primeira com o título em letras brancas inserido em fundo verde musgo. A segunda parte, fundo cinza e no centro as fotos dos rostos das pessoas convidadas dentro de circulos e o texto de apresentação ao lado de cada uma. Na ultima parte do card com fundo branco as logomarcas da Vida Brasil, do Forum Baiano de Economia Solidaria, da Bahia Solidária e da Secretaria do Trabalho Emprego Renda e Esporte - Governo do Estado. Abaixo a esquerda inserido em um quadrado verde estão os canais de exibição.


terça-feira, 11 de maio de 2021

 

VI PLENARIA ESTADUAL DO FORUM BAIANO DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
O Fórum Baiano de Economia Solidária (FBaES) inicia nessa terça-feira, dia 18, que tem como objetivo fortalecer o FBaES e seus processos de articulação e ação, promover espaço de troca entre empreendimentos de economia solidária, organizações de apoio e fomento e gestores públicos e apontar estratégias para orientar a ação política do FBaES,
As Plenárias temáticas são espaços de construção de subsídios e contribuições para a atuação do Fórum e seus participantes.
A partir da plataforma zoom, participarão das plenárias temáticas 100 delegados/as eleitos nas plenárias territoriais;
As Plenárias temáticas serão:
1- Economia solidária e Pandemia – que abordará os desafios enfrentado pelos empreendimentos da economia solidária no contextos da pandemia;
2- Produção, comercialização e consumo – A partir das experiências dos empreendimentos de economia solidária discutiremos os desafios/dificuldades e as oportunidades nos processos de produção, comercialização e consumo;
3- Educação, Comunicação em economia solidária – onde debateremos concepções de economia solidária, a partir de experiências de processos de formação e assessoria técnica realizados por empreendimentos de economia solidária e organização de apoio e fomento;
4- Politica publicas de economia solidária – Tratara das concepções de politicas publicas de economia solidária e relação da economia solidária e o Estado, experiências de politica publica de economia solidária na Bahia e outros estados, quais os desafios, oportunidades e importância da politica publica para o fortalecimento da economia solidária;
5- Finanças Solidárias – Discutir as estratégias econômicas financeiras das diferentes experiências econômicas solidárias e seus desafios e possibilidades.
Em todas as atividades temáticas estarão presentes os aspectos das identidades de gênero, raças/etnias e de territorialidades.
As principais questões discutidas nas plenárias temáticas serão sistematizadas e transformadas em conteúdo de uma cartilha sobre a economia solidária na Bahia.
#PraCegoVer: Cartaz com fundo branco bordado nas extremidades de aureolas coloridas que remetem a logomarca do fórum e dando destaque ao slogan ao centro, a frase: o fórum é um espaço de articulação, troca de saberes e fomento da economia solidária. Venha conhecer!